Não seja Trouxa

No emaranhado de expectativas sociais, surge uma indagação fervente: por que não posso amar quem escolhi? Em um mundo que prega a liberdade, minha busca pela verdadeira expressão de amor é confrontada por perseguições, exclusões e discriminações. Onde está a tão proclamada liberdade individual quando minhas escolhas são julgadas pela maioria?
Este relato mergulha nas complexidades de ser verdadeiramente livre. Com minhas pernas, braços, olhos e coração, reivindico o direito inalienável de escolher meu próprio caminho. A narrativa explora as tensões entre a busca pela liberdade completa e as imposições da sociedade, desafiando a noção de que a liberdade só é válida quando alinhada às expectativas alheias.
Em uma sociedade que muitas vezes condiciona o amor, o protagonista exige a aceitação integral de suas escolhas. Este é um apelo por uma liberdade sem concessões, recusando-se a ser moldado por padrões restritivos. O livro confronta a ideia de que o amor deve ser condicionado a conformidades, oferecendo uma reflexão ousada sobre a verdadeira essência da liberdade e autenticidade.